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REFLEXÕES

. Já lhe ocorreu que não são as pessoas que te incomodam, mas você é que se sente incomodado por elas?

. As pessoas, situações, fatos... são "espelhos" para percebermos a nós mesmos.

. Nada acontece por acaso, se nos atentarmos aos sinais que a vida nos mostra perceberemos as sincronicidades e suas mensagens implícitas.

. Você já se deu conta de que muito do que dizemos (mensagem explícita) não corresponde ao que realmente queremos dizer (mensagem implícita)? Mentimos. Mas não mentimos para os outros, é pior que isso, mentimos para nós mesmos!

. Dicotomia: você já percebeu que o medo de sentir a dor da perda afetiva nos afasta das pessoas com às quais queremos estar próximos e daquelas que amamos?

. Já lhe ocorreu que testar alguém que você gosta, se afastando dela para medir o seu grau de interesse por você, a faz se sentir rejeitada e por isso você pode tirar conclusões errôneas a respeito dela?

. As pessoas podem dizer quaisquer coisas, cabe à nós acreditarmos ou não acreditarmos.

. Sou um ser humano e, como todos os seres humanos, experimento os seus vários estados nas suas polaridades: boa e má, atenciosa e indiferente, carinhosa e fria, calma e nervosa, alegre e triste... amor e ódio, medo e coragem... dentre tantos outros estados... e o lado que você experimenta de mim está sempre em ressonância com a sua vibração energética.

. Não dizer nada e pensar que as pessoas adivinham o que você pensa é tão ilusão quanto você pensar que um dia irá mudar as pessoas porque você quer que elas mudem. As pessoas mudam, sim! Porque elas querem mudar e essa escolha e decisão de mudança é responsabilidade única e exclusivamente delas mesmas. As pessoas não têm que mudar porque você quer que elas mudem, mas isso não as isenta da responsabilidade sobre elas mesmas, isto é, da possibilidade em reconhecerem que suas consciências estão limitadas ou reduzidas e buscarem a ampliação delas, transcendendo os seus níveis de estado de consciência e tornando-se seres humanos melhores: mudando por quem merece, ou seja, por elas mesmas! (A gente que está aqui só usufrui dessa mudança por consequência).

. Paradoxo: quando falamos de alguém que nos incomoda, não estamos falando dela mas estamos falando de nós mesmos. O que nos incomoda nela é o que não aceitamos em nós mesmos. E é difícil admitirmos o que não gostamos em nós mesmos quando se está inconsciente desse fato. A pessoa com a qual nos incomodamos é o "espelho" para nos percebermos. É o fim do julgamento! Você pode me dizer "Ah! Mas eu não faço o que ele(a) faz", você não faz o que ele(a) faz porque você não gosta "disso" em você mesmo(a). Sorria, o que admiramos nela, também temos em nós mesmos, ainda que esteja inconsciente. Portanto, é melhor admirarmos mais...

. Para todas as nossas escolhas e decisões há consequências que qualificamos como boas e/ou ruins.

. Contradição: dizer que quer estar ao lado de alguém e, em atitude e ação, se afastar dela, transmite mensagens contraditórias e dúbias que geram confusão, dúvidas, desconfiança e sentimento de rejeição.

. Um amigo e mestre (que deve estar conversando com Deus agora) sempre me dizia "está tudo certo". Não há o "certo ou errado" e tudo acontece do jeito que deve acontecer, ainda que não entendamos o porquê no momento em que acontecem: pessoas entram e saem das nossas vidas temporária ou permanentemente, elas vêm para nos ensinar algo, elas vão embora porque não temos mais nada a aprender com elas (se não aprendemos, elas voltam ou vem outra para nos ensinar), alguém morre para que outra viva, as situações e os fatos acontecem sempre para nos (re)direcionar ao caminho da nossa evolução.

. Eu não "estou" do jeito que "estou" por acaso. Como eu me apresento ao mundo atualmente é o resultado da somatória de todas as minhas experiências vividas, das mais simples e cotidianas até às mais significativas e marcantes. Ninguém viveu nem vive a minha vida por mim, portanto, ninguém tem o direito e o poder de escolher por mim nem de decidir por mim. O limite que eu me permito é receber sugestões respeitando o meu espaço sem que os outros invadam, e é minha responsabilidade escolher e decidir por alguma delas. Infelizmente, percebo nas simples relações, que as pessoas escolhem e decidem pelo o que elas julgam ser o melhor (em última instância para elas mesmas) inconsciente e implicitamente escolhendo e decidindo por mim, numa escolha e decisão unilateral sem a comunicação por meio de um simples diálogo.

. O que inconscientemente você tem contra ao que julga querer conscientemente? Não é para mim que você tem que responder, e sim responder sinceramente para você mesmo(a)! E ninguém precisa saber.

. Se você me perguntar o que você deve fazer, eu lhe responderei com uma pergunta "o que você quer fazer?" E talvez com uma segunda pergunta: "o que te impede de fazer o que você quer?" Eu não vivo a sua vida para escolher e decidir por você. Dentro dos meus limites sem invadir o seu espaço, apenas posso lhe dar sugestões mas é sua responsabilidade escolher e decidir por alguma delas.

. Parafraseando: cada um vê o que quer, ou o que pode, ou o que consegue..., ou o que precisa ver no momento. Assim como, cada um ouve o que quer, ou o que pode, ou o que consegue..., ou o que precisa ouvir no momento.

. Cada um tem o seu ritmo e o seu tempo interno (Kairós) e externo (Cronos), e isso precisa ser respeitado. Cada um sabe das suas limitações e o seu momento certo de superá-las de acordo com a sua disponibilidade interna. Respeite-se nesse sentido!

. Sem julgamento entre o "certo ou errado": aprendi que há o "adequado ou inadequado", o que é inadequado para um determinado momento ou situação pode ser adequado em outro.

. Na minha percepção, a linguagem escrita é a mais fria e distante, e também a que permite maior margem para más interpretações e mal entendidos por não vermos o rosto nem ouvirmos a voz de quem está se comunicando conosco.

. Amor (in)condicional: enquanto houver um "se" em nossas vidas, estamos sendo "condicionais", amando condicionalmente... se ele.... se ela... se você... se eu... Não havendo mais quaisquer "condições" = "se", amamos incondicionalmente. Quem realmente ama não tem nada para perdoar porque, paradoxalmente, sabe que ele próprio se feriu ao reagir à energia de outra pessoa, sem responsabilizá-la como a causadora da sua dor.

. Você não precisa me convencer de que você está certo, nem eu preciso te convencer de que eu estou certa. Não estamos em uma competição, mas estamos "somando" pontos de vista.

. É humanamente impossível controlar o que as pessoas pensam e/ou dizem. Se importar com o que pensam e/ou dizem de você é conferir às pessoas o "poder" de te controlar. Paradoxalmente, "julgar" os outros pelo o que pensam e/ou dizem denota que você se importa mais com eles do que consigo mesmo(a). O "poder" não está em julgar, o poder está em "não julgar".

. Amor eterno: o famoso "para sempre!" O único tempo eterno é o "presente", o passado não existe no presente e o futuro ainda não aconteceu no presente. O tempo presente nunca termina, é para sempre. Portanto, o amor eterno só existe no tempo que é também eterno, o presente. Buscá-lo no apego ao passado ou projetá-lo no futuro é ilusão. Ame(-se) eternamente aqui e agora!

. Quem quer ou aguenta ficar em companhia de alguém que não gosta? Se você não gosta de si mesmo parcial ou totalmente, seja nos aspectos físico, mental e/ou emocional, é difícil querer, aguentar e gostar de ficar em sua própria companhia na SOLITUDE.

. Parafraseando: tudo o que digo e escrevo, digo e escrevo para mim mesma. É o que preciso "ouvir" no momento. As outras pessoas só pegam carona!

. Nossa contribuição (e responsabilidade) coletiva: tudo o que sinto vibra e, por ressonância da energia, as pessoas que estão na mesma frequência vibratória captam, e assim eu contribuo com a humanidade. Paradoxalmente, estou sempre contribuindo coletivamente com os sentimentos que alimento em mim mesma, portanto, também tenho a minha parcela de responsabilidade. Se alimento os meus conflitos internos (guerra interna) ou não os elaboro e resolvo, é isso que ressôo para o mundo e alimento os conflitos externos (guerra externa) em qualquer parte do mundo. A energia não tem barreiras. O mundo externo é reflexo do nosso mundo interno, nos servindo de "espelho" para nos percebermos e evoluírmos.

. Como dizia meu amigo e mestre (que deve estar dialogando com Deus nesse momento) "onde há ilusão, há sofrimento". Sem expectativas, não há decepção e, portanto, não há sofrimento. Se há sofrimento, é uma experiência de "ego", mas se há prazer então é uma experiência de "alma" (essência). Se guie pelo nível de prazer que sente nas experiências, e cuidado com o "ego" pois ele arruma justificativa para tudo.

. Se alguém saiu da minha vida, é porque ele(a) mudou o próprio campo de energia vibrando e ressoando em outra frequência. Ou, eu mudei o meu campo de energia vibrando em outra frequência e, quem não acompanhou saiu da minha vida.

. Ilusão da perda: não perdemos o que não temos. Não tenho nada e nem ninguém. Nada nem ninguém são "meus" ou "minhas". Tenho apenas o "usufruto" dos bens materiais adquiridos e da companhia das pessoas do meu convívio. Quando eu morrer, deixarei tudo e todos depois de "aprender" o que eu preciso nessa vida para evoluir.

. Costuma-se pensar e dizer que quando um relacionamento termina: "não deu certo...". Deu certo, sim! Deu certo enquanto durou. Não há nada "errado". Tudo acontece do jeito que deve acontecer para o nosso aprendizado, crescimento e evolução. Só não faz sentido o término de uma relação, se não aprendemos o que temos que aprender com cada um e ficamos apegados ao passado, deixando de avançar e viver o presente com suas infinitas possibilidades.

. Fé: alguém duvida de que se eu soltar um livro das minhas mãos, da altura de um metro, ele cairá no chão? (considerando que não há quaisquer obstáculos no meio do caminho). Tem certeza de que ele cairá? Essa "certeza, sem dúvidas" é a melhor definição de fé, para mim até o momento. É redundante, eu sei... se há certeza, não há dúvidas. Esse exemplo do livro (que descrevi com as minhas palavras) foi dado por um médico neuropsiquiatra brasileiro que leciona na faculdade de medicina da Universidade de São Paulo (USP).

. Parafraseando - o querer sincero: quando você diz ou faz qualquer coisa para agradar, obter, manter influenciar ou controlar alguém ou alguma coisa, não é um "querer sincero" que vem da "alma" (essência), e sim um "querer" do "ego" movido pelo "medo" (e não pelo "prazer") cujo resultado é a dor.

. Todas as nossas "preces" (orações) são atendidas, sejam elas em forma de palavras ou de pensamentos, desde que emitidas com sentimento e/ou emoção... conscientes e "inconscientes". É diante da "prece inconsciente" atendida que ficamos sem entender "para que" algo aconteceu ou está acontecendo...

. Paixão: paixão é diferente de amor. Paixão é "fogo de palha" (acaba), o amor é duradouro (se for incondicional, é eterno). Paixão é "pá e chão" como dizia o meu amigo e mestre (que deve estar trocando ideias com Deus agora) porque é uma experiência do "ego", enquanto o amor é uma experiência da "alma" (essência); por isso paixão tem sofrimento, e amor não tem sofrimento. Mas a paixão pode se transformar em amor, eis um esperança!

. Um amigo que é físico, uma vez, me disse: "a Ciência nunca irá comprovar tudo porque ela somente acredita no que vê. E há coisas que não são para ver, são para "sentir"".

. O que inconscientemente temos contra ao que julgamos querer conscientemente? Motivo pelo qual nossas "preces conscientes" não são atendidas (e sim, atendidas as nossas "preces inconscientes" que são contra ao que queremos conscientemente). Não é para mim que você tem que responder, e sim responder sinceramente para você mesmo(a)! E ninguém precisa saber.

. A inteligência é uma característica inerente ao ser humano, portanto, todos nascem inteligentes. Não existem seres humanos "burros". O ser humano pode, ao longo da sua vida, "aprisionar" a sua própria inteligência (inconscientemente) por motivos que desconhecemos sem uma investigação profunda do repertório de vida (experiências) dele.

. Quem gosta de ser testado(a)? Não me teste, deixando de falar comigo para medir o meu grau de interesse por você porque eu não irei te procurar, e isso não significa que não gosto de você, mas significa que eu não gosto de ser testada! (e como um espelho estou refletindo exatamente o que você está fazendo: não se comunicar). Se você deixar de falar comigo, entenderei que você fez uma nova escolha para a sua vida, e sairei dela, assim como você saíra da minha. Existem tantas outras maneiras criativas e/ou óbvias, e que não magoam, para se saber o quanto alguém está interessado(a) em você... como simplesmente perguntar.

. Não me diga palavras bonitas se não forem literalmente sinceras, se elas não nascerem com o sentimento do seu coração. Não me diga o que você não irá ou não poderá cumprir. Não quero me decepcionar e não mais confiar em você.

. Minhas impressões: posso me equivocar, pois são apenas impressões. Considere apenas o que lhe faz sentido e desconsidere o que não lhe faz sentido. Isso não signifca que esteja "errado", e pode vir a lhe fazer sentido (ou não) em outro momento de sua vida.

. Auto-aceitação: aprendi que "só podemos transformar o que amamos" (agradecida, Fabio!). Para me transformar preciso me amar, sem egoísmo e nem narcisismo. Preciso olhar para todas as minhas partes que não gosto em mim, a minha sombra no inconsciente, e reconhecê-las, admitindo-as para mim mesma, aceitando-as e amando-as para então, transformá-las e assim me amar integralmente (honestamente em 100%).

. Somos todos (um pouco) sábios: adquirimos "conhecimento" lendo, observando (pelo exemplo) e ouvindo nossos ensinantes (pais, professores, amigos e colegas, estranhos, mídia entre outros), e transformamos nosso conhecimento em "sabedoria" ao experienciá-lo (vivenciá-lo) em nossas vidas. Todos vivemos experiências das quais tiramos alguma sabedoria.

. Fé: só posso acreditar em mim, só posso confiar em mim mesma. Portanto, a segurança está em mim, e não fora. E por ressonância da energia, são esses estados que experimento das pessoas do meu entorno.

. Discernimento: o que é meu e o que é do outro? O que é meu é o que eu percebo, e o que é do outro é o que ele(a) percebe. É o meu olhar, e o olhar do outro. São os meus olhos, e os seus olhos. Portanto, o que você percebe, como dizia um colega psicólogo, "(isso) é teu meu bem!" (e não meu). É a sua projeção sobre mim, e não sou eu.

. Os fatos e situações acontecem em nossa vida, e pessoas (passageiras ou permanentes) cruzam o nosso caminho para nos mostrar algo que pode estar gravado em nossa memória celular por gerações. É a oportunidade para "transformar" essas "sensações" desconfortáveis que emergem, mudando a memória celular, e melhorando a si mesmo, as gerações futuras que herdarão essa memória, e a humanidade por ressonância da energia.

. Tanto na tristeza quanto na alegria, todos os "encontros" são "sagrados" (um milagre), todos ensinam e aprendem algo que precisam no momento. São "presentes" (dádivas, bênçãos - cada um chama como quiser conforme as suas crenças) atendendo as nossas "preces/orações" conscientes e inconscientes.

. Estamos fazendo sempre o nosso "melhor": é o que me dizia o meu amigo e mestre (que deve estar trocando ideias com Deus agora). As minhas escolhas e decisões, isto é, o que faço é o melhor que posso fazer de acordo com o meu nível de estado de consciência no momento. Algo escolhido e decidido, não poderia ser diferente a não ser que eu mudasse o meu nível de estado de consciência naquele momento.

. Como citava o meu amigo e mestre (que deve estar papiando com Deus nesse momento): "todo mal provém de você se tratar mal, e todo bem provém de você se tratar bem." Portanto, se eu me trato bem e pessoas entram e saem da minha vida, é para o meu bem! (E se eu me trato mal e pessoas entram e saem da minha vida, é para o meu mal...).

. Não chega até você, ninguém que você não possa ajudar. Não importa se é um único encontro em que você somente o(a) ouça. "Ouvir" já o(a) ajuda e essa experiência única é um aprendizado para ambos: em que um ensina e aprende com o outro. Ninguém chega até você por acaso, e você não está na "presença" dele(a) por acaso.

. Parafraseando: quando eu me sinto magoada, eu tenho no mínimo duas opções - me vingar e ser feliz por alguns minutos, ou perdoar e ser feliz a vida inteira. - EU escolho não me vingar, nem perdoar, e sim apenas ser feliz a vida inteira! Eu me magoei porque coloquei expectativas sobre algo ou alguém. Não há o que perdoar, portanto, não há sentido na vingança.

. Parafraseando: eu deposito a credibilidade e a confiança no mundo externo, ao invés de depositar no meu mundo interno e por isso me decepciono. Eu coloco expectativas sobre algo ou alguém e me decepciono comigo por acreditar e confiar nele(a), ao invés de acreditar e confiar em mim mesma.

. Troca: o mundo funciona á base da troca de energias, em seu estado de "ondas" e em seu estado de "matéria". E essa "troca" de energias, assim como o seu resultado, não se tornam perceptíveis para nós "necessariamente" em tempos simultâneos (nem no tempo em que eu quero, e sim no tempo certo), nem em mesma espécie de "serviços", "produtos" etc., e nem sempre "recebemos" de quem "doamos/damos" e vice-versa (independente do tipo de relação: "comercial", "voluntária" etc.). O que pode nos parecer ilusoriamente "injusto" mas a "troca" de energias está acontecendo inevitavelmente. O que eu "dôo/dou" chega em quem precisa independente de onde ela se encontra, e o que eu "recebo" é o que estou precisando no momento para crescer e evoluir, recebendo na mesma proporção em que dôo/dou (uma troca justa).

. Ilusão do tempo: o tempo existe? É uma "convenção" criada pela "mente" do ser humano. Como diz um ditado: "a mente, mente"! "Mentiras" não são "verdades". Mas nos fizeram "acreditar" nessas "mentiras" como se fossem "verdades". Não é necessário dizer "para sempre", já é! Pois, o "tempo" não existe... só existe o "agora", o momento "presente" que nunca se acaba, o "eterno" presente. O passado não existe no "agora", portanto o passado não existe. O futuro não existe no "agora", portanto o futuro não existe. "Apegar-se" ao passado é apegar-se a uma ilusão, a "expectativa" pelo futuro é esperar por uma ilusão. O que convencionou-se como passado aconteceu no momento presente, e o que convencionou-se como futuro somente acontecerá no momento presente. E onde há "ilusão", há "sofrimento".

. "Liberdade": sem sofrimento, sem felicidade. "Libertar-se" do "ego" e simplesmente "ser". "Ser" a "essência" (alma/espírito), o "eu sou". "respirar", "vivendo" a vida conectada à própria "essência", agora.

. Existe uma diferença entre buscar a solução e/ou cura baseada no "sintoma" e buscar a solução e/ou cura baseada na "causa" do sintoma. A integração das duas "buscas", quando necessário, tem maior eficácia.

. Parafraseando: tudo o que há para acontecer, acontece na hora certa.

. Enquanto estamos no "sofrimento" é difícil "agradecermos" pelas experiências que passamos mas se aprendermos, crescermos e evoluírmos com essas experiências, perceberemos que foram graças à elas que estamos onde e como estamos aqui e agora.

. Em algum momento, entendemos "para que" tudo aconteceu da forma que aconteceu quando aconteceu. Simplesmente para evoluírmos, "relembrando" quem somos!

. "Validar" (sem julgar) todas as nossas experiências. Não negar nossas experiências para nós mesmos(as). Elas fazem parte da nossa caminhada de evolução e nos prepara para o que vem a seguir de cada experiência.

. Ajuda "sincera": ajudar alguém por "amor" (incondicional) é diferente de ajudar alguém por "pena e/ou dó". A energia do "amor" tem uma frequência vibratória diferente da energia do sentimento de "pena e/ou dó". Cada pessoa é responsável por suas escolhas e decisões conscientes e inconscientes, portanto, não existem vítimas. Não há razão para sentir "pena e/ou dó", mas há razão para a "compaixão" por compreender a condição de alguém. A carga emocional (energia) que você "sente" ao ajudar alguém é a que retorna por ressonância da energia. Portanto, é melhor "amarmos" mais!

. Há vários caminhos que levam à cura, há vários caminhos que levam à si mesmo, isto é, há vários caminhos que levam ao despertar do seu "curador interno".

. Amor é um "estado" do ser, assim como a felicidade. Muitas pessoas confundem sexo (instinto) com amor (estado); uma confusão que traz sofrimentos.